Como nasceu o apostolado

Começou pequeno, como quase tudo o que Deus faz.
Uma carta de São Padre Pio lida em voz alta. Um áudio enviado a um punhado de amigos. E, do outro lado, alguém que voltou a rezar — e escreveu para contar.
Por que cartas
Há santos que nos deixaram tratados. São Padre Pio nos deixou cartas.
Não são páginas de doutrina. São bilhetes escritos à noite, muitas vezes com a mão ferida, para pessoas de carne e osso que estavam com medo. Alguém lhe escrevia dizendo que não sentia mais nada na oração, e ele respondia. Alguém confessava estar cansado de lutar sempre contra a mesma queda, e ele respondia.
Ele escreveu como quem tem pressa de socorrer.
Em cada página há um irmão do outro lado. É por isso que essas cartas não envelheceram: as perguntas que elas respondem continuam sendo exatamente as nossas.
Como funciona
Todos os dias, o Padre Wallace Teixeira toma uma dessas cartas, lê em voz alta e a comenta em poucos minutos.
Sem produção, sem espetáculo, sem trilha que emocione por fora. Só a palavra de um santo e a voz de um sacerdote — porque quando o Evangelho é dito com simplicidade, ele não precisa de ajuda.
A reflexão vai ao ar em vídeo e em áudio, e o link chega às mãos de quem caminha conosco. Este site guarda o que as plataformas não guardam: as orações, a novena, a história, o texto das cartas.
O que se busca
Não é audiência.
O intuito deste apostolado é um só, e cabe em uma palavra: evangelizar. Que alguém, do outro lado, volte a rezar.
Se uma única alma reencontrar Deus por causa de uma carta lida numa manhã qualquer, tudo isto — o microfone, o site, as horas — terá valido inteiramente a pena.
Por isso tudo aqui é, e continuará sendo, gratuito. De graça recebestes, de graça dai.